Desenhei essa charge-denúncia:

A IA enviou essa:

Depois de algumas discussões:

Por fim, continuando a “brincadeira” com IA, avançamos no anúncio:





O presente dossiê constitui um instrumento de denúncia e análise técnica acerca dos indícios de perseguição política e desvio de finalidade administrativa nos processos de interrupção da requisição do Professor Roberto Eduardo Albino Brandão junto à escolas da rede pública municipal da cidade do Rio de Janeiro. Esta compilação documental não relata apenas dois casos isolados de arbitrariedade burocrática, mas testemunha a resistência docente contra o silenciamento de construções coletivas e a imposição de modelos de gestão antidialógicos que ferem a autonomia pedagógica.
Baixe aqui a íntegra do dossiê: Dossiê_versao 13abr (arquivo .pdf 3.56 MB)
Tenho o imenso prazer em compartilhar esse importante livro eletrônico:

Livro musica memoria e conversa (3,17 MB)
O objetivo desse relato é dar satisfação a classe trabalhadora brasileira, da minha participação na X Conferência Latino-americana e Caribenha de Ciências Sociais (CLACSO 2025), a qual não tive nenhum apoio financeiro do Governo do Estado do Rio de Janeiro, tão pouco da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
Trata-se do maior encontro de ciências sociais e humanidades do mundo, cujo tema central foi “Horizontes e transformações para a igualdade: Democracias, resistências, comunidades, direitos e paz”. A CLACSO 2025 reuniu mais de 15.000 participantes de diversas partes do mundo, em mais de 1500 atividades, espalhadas em 25 locais diferentes. Foi cansativo ir de um lado para o outro, tentando abraçar o máximo de conhecimento possível. Diferente de outras edições, não houve credenciamento/crachá ou fornecimento de qualquer outro tipo de material. Todas as informações estavam contidas no site oficial, o que causou certa dificuldade nos momentos em que a internet não funcionou, principalmente para administrar os deslocamentos, seja a pé ou de táxi. Por outro lado, permitiu que qualquer pessoa pudesse participar, mesmo sem inscrição no evento.
Em minha participação, além de apresentar meu trabalho: “IMPACTOS DO PROCESSO DE NEOLIBERALIZAÇÃO, NO CONTEXTO DA INSERÇÃO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E ITINERÁRIOS FORMATIVOS, NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS”, priorizei as atividades relacionadas ao eixo temático: “direito à educação, políticas públicas e alternativas pedagógicas”, mas também participei dos grupos que discutiam “Ambiente, mudança climática, transições e desenvolvimento social” e “povos indígenas”, entre os 25 eixos temáticos propostos. Como era esperado para um evento desse porte (e relevância social), foi uma experiência bastante enriquecedora, com intercâmbio acadêmico, cultural e político, com pensadores de toda América Latina e Caribe. Abaixo, um resumo das principais observações/análises críticas/aprendizados:
1. Educação pública. Colombianos relatam “agressões as escolas públicas da Colômbia” (supressão de recursos públicos, precariedade das condições de educação inclusiva, decisão de suprimir o que é público, etc.), com o propósito de debilitar a função social da escola. Nessa discussão, penso que foi consenso que nosso maior desafio hoje é impedir o avanço da privatização da educação, em especial a plataformatização da educação. Foi elogiado o sistema de controle brasileiro de custo por estudante, embora eu não tenha entendido o argumento. Fiz algumas intervenções no sentido de pensar se é possível uma luta pelo direito a educação sem uma luta anticapitalista, e percebi que não houve consenso, embora a ampla maioria avalia que não é possível. Inclusive uma brasileira fala em “capitalismo selvagem”, passando a ideia de que há um “capitalismo humanizado”, e não a essência do capitalismo que é a luta de classes.
2. Movimento sindical. Até onde acompanhei, as discussões giram entorno dos impactos do neoliberalismo, principalmente no “desfinanciamento” da educação, e consequentemente ameaça aos 60% de gastos com trabalhadores da educação. Fiz uma intervenção no sentido de pensar se é possível uma luta sindical sem uma luta anticapitalista, utilizando como exemplo o caso do atual técnico da seleção brasileira de futebol, que ganha 5,3 milhões de reais por mês. Percebi que a mesa (5 pessoas) ficou em silêncio, com exceção da representante do movimento #PorlaPública (parece ter relação com a CNTE no Brasil), a qual não só endossou a ideia de que não é possível, mas também reforçou o caráter internacionalista na busca em globalizar a luta por justiça e igualdade. Houve menções e apoio a causas importantes, como a solidariedade ao povo palestino.
3. Povos indígenas. Uma pesquisadora mexicana relata experiência exitosa de uma universidade indígena, e quanto essa instituição tem impactado a vida dos jovens XHIDZA. Por tudo que assisti, a semelhança da educação especial, tenho a impressão (empiria) de que os/as indígenas latino-americanos/as e caribenhos/as, mais de que uma educação decolonial e comprometida com os saberes tradicionais, desejam uma formação com bases em sua auto determinação, dentro dos seus próprios territórios.
4. Mudança Climática. Participei de uma mesa sobre educação ambiental crítica e conheci um biólogo colombiano, onde conversei longamente com ele sobre o contexto histórico ambientalista. Há acordo de que o limite do capitalismo é o ambiente, porém minhas impressões são de que, mesmo entre os educadores ambientais, que se dizem críticos, eles avaliam que é possível atuar nas “brechas” do sistema capital e promover “mudanças ambientais significativas”. Pontuei que a velocidade com que nossos companheiros promovem a consciência crítica da classe trabalhadora é infinitamente menor do que as decisões da classe dominante, sobretudo na carbonização do planeta. Ou seja, de que adianta investir em “teto verde”, por exemplo, para atenuar o desconforto climático, se uma simples decisão (imperialista) desacelera a luta por justiça climática mundial, e ameaça a vida planetária? A história da luta por justiça ambiental e social é a história da luta de classes. Por isso, renova-se a importância de se discutir “politicamente” esse tema nos espaços formais, informais e não formais de educação, para além das aulas de ciências e biologia.
Por fim, não foi possível participar do Painel 266: Reimaginando o futuro da esquerda na América, pertencente ao Eixo 15: Movimentos sociais, ativismo e subjetividades políticas. Porém, reproduzo aqui o texto fruto das discussões coletivas pré-CLACSO, o qual tenho concordância na denúncia, embora não explicita claramente o horizonte socialista no anúncio:
“A América Latina está em uma encruzilhada. O caminho a seguir como região (para o bem ou para o mal) não é definido, mas é disputado. Em um extremo está a opção distópica de avançar na necropolítica e a consolidação de um (narco)neoliberalismo autoritário. Por outro lado – talvez um caminho mais utópico hoje do que em qualquer outro momento – a entrada em uma segunda onda de governos progressistas, nacional-populares, de esquerda, capazes de retomar o caminho da construção da sociedade do bem viver, de viver “saboroso”, de viver com dignidade. No plano geopolítico, estamos testemunhando uma crise hegemônica que, ligada à crise do capitalismo, afunda suas raízes tão profundamente que até mesmo o casamento entre neoliberalismo e democracia representativa, antes tão frutífero, se torna cada vez mais insustentável. Como nos anos setenta, parece que hoje estamos entrando em um ciclo perverso de recessão econômica, hiperconcentração de riqueza social e cerco de democracias. As economias do Sul global o vivenciam com suas próprias particularidades. Na região, a crise e sua transição se expressam em força de trabalho precária e vidas precárias. Os processos de desindustrialização aumentam o exército de reserva, que se apresenta com tristes opções: a. tornar-se auto-explorado, integrando o grupo de trabalhadores expropriados de seu tempo por meio de plataformas digitais ou trabalho comercial ou serviços de rua; b. fazer parte do grupo explorado pelo modelo de exportação de trabalho desencarnado nos pseudo-processos de industrialização (maquilas) que chegam com grande parte do investimento estrangeiro direto; c. Tornar-se trabalhador da indústria do tráfico de drogas ou do crime organizado; d. migrar diretamente; ou, por exemplo, “simplesmente” implorando. Mas os cidadãos desta parte do mundo não ficam parados e resistem de maneiras criativas. Uma visão estruturalista e determinista diria que o sistema molda as condições de nossos povos, e é difícil fazer qualquer coisa para mudá-las. Isso é um erro. A ideologia e sua implementação política são importantes, e é provavelmente a melhor política anticíclica que a região tem. De fato, é evidente que há uma clara diferença na economia política redistributiva dependendo se o signo de governo é neoliberal ou popular-nacional. Os primeiros têm padrões de comportamento pró-cíclicos: seguindo a direção da economia mundial, reproduzem a desigualdade e concentram recursos no 1% mais rico em detrimento da grande maioria.”
Roberto Eduardo Albino Brandão[1]
INTRODUÇÃO
É fato que as reformas neoliberais, especialmente destinadas à modalidade de educação de jovens e adultos (EJA), trazem mudanças curriculares significativas, tanto nas escolas de ensino fundamental, quanto nos colégios de ensino médio. Sob os discursos de melhoria na qualidade da educação, bem como evitar que o/a estudante, ao concluir sua etapa escolar, não consiga recursos financeiros suficientes para sobreviver, vai se legitimando o mesmo processo neoliberal na qualificação profissional (QP) e nos itinerários formativos (IF), estruturando o currículo em uma lógica mercantil de competitividade, individualismo, empreendedorismo e meritocracia nas escolas de EJA. Em contrapartida, embora o Projeto Político Pedagógico (PPP) seja uma obrigatoriedade legal, potencialmente capaz de elaborar propostas (populares) de QP e IF, assistimos uma pressão negativa às precárias tentativas de sua elaboração, quiçá de sua implementação, e quase nenhuma avaliação coletiva. Como esperar, da EJA, qualquer padrão de qualidade socialmente referenciada, se as mudanças curriculares, ao contrário de uma origem calcada nas discussões dos PPP, construídas no “chão das escolas”, são impostas por entidades/pessoas exógenas a EJA? Nosso propósito em relatar a experiência que tivemos, no ano de 2023 e até setembro de 2024, “tutorando” estudantes em QP e ministrando disciplinas voltadas aos novos IF, é desnaturalizar, aprofundar e externar as contradições acerca da hegemonia neoliberal, conforme evidenciada em diversas pesquisas especializadas nessa temática – Castro e Cruz (2024); Ventura (2011); Rummert (2007, 2019); Carvalho et all (2015), bem como através do movimento social Fóruns EJA Brasil em vários anos.
CAMINHOS METODOLÓGICOS
Considerando que o presente texto não possui caráter de pesquisa, o caminho metodológico utilizado para esta análise de experiência na EJA, no âmbito das políticas públicas para a educação (Municipal e Estadual do Rio de Janeiro/RJ), se dá através de situações reais vivenciadas pelo autor, enquanto professor de ciências e biologia da EJA. Esta vivência é corroborada por meio do exame documental, disponibilizado pelos poderes estatais e utilizado pelo autor em sala de aula, além da análise discursiva de gestores (membros da equipe diretiva das escolas e coordenações/gerências escolares), conforme procedimentos consensuados no âmbito da pesquisa “A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA NO TERRITÓRIO DE MANGUINHOS (RJ): estratégias de privatização na política pública”. Utiliza-se do materialismo histórico-dialético, bem como da pedagogia histórico-crítica, como recursos para refletir criticamente a realidade vivenciada por professores e estudantes da EJA.
DISCUSSÃO E RESULTADOS
Partimos do pressuposto de que a ideia de concordância tácita na introdução de um modelo de QP e/ou IF, calcado no empreendedorismo, como fundamento pré-político, e então proceder ao debate daquilo que se relaciona apenas ao detalhamento da execução, e não de nossas (educadores e estudantes da EJA) convicções político-ideológicas, é uma práxis antidemocrática. O necessário debate político é, com frequência, substituído por um arremedo de participação, supostamente democrática, naquilo que é superficial, ou seja, sem abalar os fundamentos epistemológicos que impactarão o processo ensino aprendizagem. Essas discussões horizontalizadas sobre QP e IF, entre gestores, professores e estudantes, contrastam com a verticalidade das políticas públicas impostas à EJA, quase sempre implementadas de forma aligeirada e desprovida de fundamentos sócio-históricos, estão inseridas na confluência de forças que regem a luta de classes, que não necessariamente transformam as relações de desigualdade e/ou injustiça social. Nesse sentido, foi possível sistematizar alguns pontos controversos:
1- Foco no mercado de trabalho: a EJA passou a ser vista como uma ferramenta para preparar estudantes para o mercado de trabalho, embora o sistema capitalista não ofereça possibilidade de trabalho para todos/as. Nesse sentido, o empreendedorismo é frequentemente apresentado, ora como possibilidade de obter recursos financeiros para a massa de desempregados – “empreendedorismo de sobrevivência”, ora como se fosse algo para tirar o pobre estudante da “ignorância”. O próprio eminente relator do famoso Parecer CNE/CEB nº 11/2000, que trata das “Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos”, professor Carlos Roberto Jamil Cury, nega esse sentido empreendedor:
“A função qualificadora, como está dita no Parecer, quer dizer, quando você preencheu todas as condições de uma educação formal superou a necessidade, por que o sujeito não tem o direito de desenvolver um talento pessoal, um talento próprio? Então eu gostaria de tocar violino. Vou aprender violino. […] É esse o sentido e não o de simplesmente dizer que agora você tem que ser empreendedor, esse tipo de coisa. Não tem nada a ver com isso. Pelo menos não era esse o sentido.” (FERNANDES & JULIÃO, 2021, p. 12)
2- Tecnicismo e pragmatismo: currículos mais técnicos e profissionalizantes, em detrimento de uma formação mais ampla e cidadã. Com isso, a formação básica vai sendo condicionada ao “bom êxito prático”, dispensando-se os fundamentos epistemológicos, inclusive sobre as origens do empreendedorismo, em contraponto ao “exército industrial de reserva”. Assim, o Estado cerceia a liberdade de elaboração do PPP, em detrimento da hegemonia neoliberal. O que se observa nas escolas de EJA, é uma suposta solidariedade pragmática, principalmente no que é determinado pelos gestores. O PPP deveria originar-se, não como obrigação legal, mas como fruto de um debate fraternal e respeitoso de ideias, conscientes dos diferentes caminhos epistemológicos trilhados por todos/as em cada unidade escolar.
3- Gerencialismo e avaliação: A gestão das escolas passou a ser mais centralizada e burocrática, com foco em indicadores de desempenho e avaliações padronizadas e externas, ao priorizar a gestão de desempenho/otimização, ao invés da participação democrática. Isso pode ter limitado a autonomia das escolas de EJA, no que tange a gestão participativa e/ou de seus projetos e planejamentos coletivos, para atender às necessidades da classe dominantes.
4- Redução de investimentos: Os investimentos públicos na educação, especialmente na EJA, foram reduzidos, o que impactou a qualidade do ensino, a infraestrutura das escolas e a remuneração dos professores.
5- Privatização: Houve um aumento da participação de empresas privadas na oferta de educação, com a criação de escolas particulares e a terceirização de serviços nas escolas públicas.
6- Individualização do ensino: A ênfase passou a ser na responsabilidade individual dos/as estudantes pelo seu aprendizado, reforçada por mecanismos competitivos e de premiações, com menos foco em projetos colaborativos e/ou uma pedagogia mais dialógica.
Consequências:
Exclusão: As reformas neoliberais podem ter excluído ainda mais os jovens, adultos e idosos, com menos recursos e oportunidades, aprofundando as desigualdades sociais e a “desescolarização”, apesar dos esforços em chamada pública.
Precarização do trabalho docente: A precarização das condições de trabalho dos professores pode ter levado à desmotivação, ao adoecimento e à saída de profissionais qualificados na EJA.
Dificuldade em atender às necessidades específicas: A padronização dos currículos e das avaliações, consoante com as dificuldades impostas na elaboração dos PPP construídos de forma coletiva, pode ter dificultado a adaptação da EJA às necessidades e características inclusivas dos/as estudantes, que muitas vezes possuem trajetórias de vida diferentes, para além de suas necessidades especiais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Espera-se que este texto possa ampliar a reflexão sobre como o neoliberalismo ameaça a participação democrática nas escolas de EJA, bem como os referenciais da educação popular. Assim, concordamos que a conclusão de Quissini (2016, p.171) nos parece bem atual e adequada:
“[…] os referenciais da educação popular e neoliberal são irreconciliáveis e, portanto, não podem compor nenhum tipo de equilíbrio no delineamento do horizonte pretendido pelas políticas de EJA, sob pena de que esse suposto equilíbrio se constitua num desequilíbrio permanente, no qual as bases que sustentam a educação popular permaneçam sempre em desigualdade em relação ao referencial hegemônico, afinal essa é a condição daquilo que é hegemônico.”
As reformas neoliberais na EJA, portanto, têm sido criticadas por diversos setores da sociedade, que as consideram um ataque ao direito à educação e um retrocesso em relação aos avanços conquistados nas últimas décadas. Os críticos argumentam que a educação deve ser vista como um direito social e não como uma mercadoria, capaz de gerar lucro, e que a escola deve ter um papel fundamental na formação de cidadãos críticos, conscientes e emancipados.
PALAVRAS-CHAVE: Política educacional; Neoliberalismo; Educação de jovens e adultos
Referências
BRANDÃO, R. E. A.. A implementação do Programa Saúde na Escola no território de Manguinhos (RJ): estratégias de privatização na política pública. 2014, 144 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Educação Profissional em Saúde) – Fundação Oswaldo Cruz. Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: <https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/8954>. Acesso em: 24 out 2024.
FERNANDES, A. da P., JULIÃO, E. F. (2021). 20 anos das diretrizes curriculares nacionais da educação de jovens e adultos – conversa com Carlos Roberto Jamil Cury. E-Mosaicos, 10(24), 81–95. <https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2021.57738>. Acesso em: 24 out 2024.
QUISSINI, Á. R.. As políticas de EJA na América Latina em diálogo com a educação popular e oposição ao referencial neoliberal: leituras entre Brasil e Argentina. 2016. 185 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade da Região de Joinville, 2016.
[1] Professor de Ciências e Biologia, Mestre em Educação Profissional em Saúde. [email protected].

Imagem disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/novas-moleculas-inibem-enzima-importante-para-a-bacteria-da-tuberculose/